Turismo_Seguro

Quando edificado, em março de 2001, o Complexo Turístico Vale dos Vinhedos, o Villa Michelon, se tornou o primeiro hotel do Vale dos Vinhedos, promovendo o distrito como um roteiro enoturístico e dando o primeiro passo para transformar o Vale em um dos principais destinos para os amantes do vinho.
Nessas quase duas décadas de história, são três os momentos mais simbólicos e desafiadores do Villa Michelon: Sua abertura; a transição da diretoria com o falecimento de seu fundador Moysés Luiz Michelon, em 2017, e a pausa nas atividades diante do quadro pandêmico em março de 2020. Foram 40 dias de portas fechadas, com colaboradores em férias coletivas e a linha de frente na ativa para manter a estrutura do hotel funcionando, à espera de um decreto que permitisse a abertura segura de portas.
“Foi um dos momentos mais tristes que vivi. Ver o hotel vazio, sem o barulho dos hóspedes, da equipe, as risadas, as conversas. Tudo nos foi tirado de uma hora para outra e para manter todos com segurança e emprego garantido optamos por férias coletivas. Era mais válido fecharmos as portas por um período e poupar fôlego para uma reabertura segura”, declara a diretora geral Elaine Michelon. Começaram então os trabalhos para se adequar aos 27 itens de segurança e limpeza que permitiriam que o Hotel Villa Michelon abrisse as portas novamente com uma conquista: O selo de Ambiente Limpo e Seguro, concedido pela
Secretaria de Turismo de Bento Gonçalves.
Mais uma vez, o Complexo Turístico se tornou pioneiro no Vale dos Vinhedos. Foi o primeiro hotel a receber o selo e enfrentou de maneira firme os dias de portas fechadas com nenhuma demissão de colaboradores em virtude da pandemia. “Houve desligamentos que já estavam programados, mas preservamos os direitos de todos nesse período tão adverso”, pontua Elaine.

UM LONGO CAMINHO
Como principais medidas, além do acompanhamento diário das condições de saúde dos colaboradores, o Villa Michelon reduziu inicialmente em 50% sua capacidade de lotação em apartamentos e Restaurante modificando, inclusive, o sistema de serviço de café da manhã e refeições. Hoje, com bandeira laranja e a condição de hotel de beira de estrada, o Complexo Turístico consegue operar com 100% de sua capacidade, em seus 23 hectares de área. A distribuição de máscaras laváveis e recipientes de álcool em gel no momento do check-in também foi adotada. “Destinamos, também, um apartamento que denominamos de ‘Apartamento de isolamento’, onde, caso algum hóspede não se sinta bem, possa esperar atendimento com conforto, possibilidade de descanso e até mesmo um banho, caso julgue necessário”, conta Elaine Michelon.
Após a conquista do selo e com a amenização do quadro, o Villa Michelon continua mantendo as suas medidas de acordo com o decretos municipais e estaduais. “Hoje, o Villa Michelon está plenamente enquadrado no que os turistas buscam: natureza, espaço, segurança, serviço e flexibilidade”, declara o gerente operacional Leandro Giordani. A prova disso é a ocupação acima da média nos últimos meses e a procura que já ocorre para o período de final de ano e a famosa vindima, que ocorre de janeiro a março. “Nosso segredo foi sempre pensar que o MELHOR estava por vir. Em nenhum momento citamos o vírus, suas consequências. Nós simplesmente entendemos que precisamos nos adaptar a novas realidades e fizemos isso como qualquer outro desafio: com a mesma garra e otimismo que nos mantem há quase duas décadas”, finaliza Elaine Michelon.

Hotel Villa Michelon,
o lugar que vale cada descoberta
no coração do Vale dos Vinhedos.

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